O DIA DEPOIS DE AMANHÃ.
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balen



IA desde: 7 Jul 2008
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Enviada: Qua Fev 24, 2010 4:00 pm

Algo muito ruim esta por vir......Quero estar preparado quando o pior chegar!!Ou melhor não estar dormindo....
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Jonas
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IA desde: 27 Jul 2007
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Enviada: Qua Fev 24, 2010 4:39 pm

::

Sugestão:

Esteja preparado sempre, daí não será surprendido.

Piscadela
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balen



IA desde: 7 Jul 2008
Mensagens: 409

Enviada: Qua Fev 24, 2010 4:43 pm

Verdade, parece que 2008 vai ser fichinha perto do que esta por vir...
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gui



IA desde: 6 Out 2008
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Greve Geral e Pancadaria nas ruas da Grécia... Enviada: Qua Fev 24, 2010 5:41 pm

E pra completar, o governo tenta se eximir da culpa da "contabilidade criativa" apontando o dedo para Itália, Bélgica e Franca e dizendo "Eu fiz. Mas eles também fizeram".

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5i936IwwMCCJ-ICtE8b5vcO96Jq4g
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gui



IA desde: 6 Out 2008
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"Por favor, não conte aos meus filhos" Enviada: Qua Fev 24, 2010 5:51 pm

Criminosos da 3ª idade

Com a crise econômica que atinge a Itália, os casos de idosos que furtam nos supermercados têm se tornado cada vez mais freqüentes, informa o La Repubblica.

De acordo com o diretor de um supermercado na região de Bolonha, Stefano Cavagna, os ladrões da terceira idade parecem clientes comuns e, por isso, costumam não levantar suspeitas.

De acordo com ele, os idosos se aproximam das prateleiras, colocam os óculos, dão uma olhada no preço do produto, na validade para, depois, roubá-lo. "Os nossos ladrões aposentados parecem pessoas muito doces", afirma.

"Quando são pegos, eles costumam contar a mesma história: 'não consigo chegar ao final do mês, ontem paguei a luz e fiquei sem dinheiro'." Mas, segundo Cavagna, também há palavras que acabam comovendo os funcionários dos supermercados. "Às vezes, eles nos fazem sentir mal. Recuperados do susto, pedem apenas uma coisa: 'por favor, não conte aos meus filhos'."

Os idosos costumam levar presunto, carne ou queijo parmesão, ingredientes típicos da culinária italiana que já não podem mais comprar com a sua aposentadoria. Segundo dados dos supermercados, esse tipo de ocorrência praticamente dobrou nos últimos anos.
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ddcmelo



IA desde: 28 Jul 2007
Mensagens: 54

Enviada: Qua Fev 24, 2010 6:04 pm

Lendo as 3 últimas páginas desse tópico, vemos o nível de endividamento de diversos países passando de longe a casa dos 100% do PIB. Países desenvolvidos inclusive. Isso, de um lado nos mostra o tamanho da crise monetária que vem pela frente.

Por outro lado, quando pensamos em ativos reais pra nos proteger da montanha de papel "pressed aout of thin air" vemos os imóveis a preços cada vez mais desproporcionais ao seu valor em diversas capitais brasileiras. (http://opequenoinvestidor.com.br/category/imoveis/page/2/)

Quando o Jonas fala em se proteger, não consigo pensar em outra coisa que não seja o ouro. Que outras alternativas vocês vêem? Terras produtivas, talvez?
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Jonas
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IA desde: 27 Jul 2007
Mensagens: 1463

Enviada: Qua Fev 24, 2010 8:52 pm

::

É uma ótima opção, Daniel.

Obviamente, já se encontram também sobre-avaliadas em algumas regiões.

Mas como dizia o Berdinazzi para seu filho, na novela "Rei do Gado":

(acrescente forte sotaque italiano):

-Filho, terra é sempre terra.

Piscadela

Abraço.
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kbssaum



IA desde: 3 Fev 2009
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Paul Krugman: Martin Wolf faz com que eu pareça Pollyana Enviada: Qui Fev 25, 2010 10:34 am

Uma coluna bastante deprimente:

O que acontecerá a seguir? Podemos identificar duas alternativas: sucesso ou fracasso…

Infelizmente, o resultado do que eu chamaria de sucesso seria provavelmente uma crise financeira ainda maior no futuro, enquanto o resultado do que eu chamaria de fracasso seria o esgotamento dos recursos fiscais, mesmo que este limite seja atingido mais tarde do que temem os mais preocupados. Mas a grande conclusão é que ambos os resultados acabarão nos levando a uma crise nas dívidas governamentais.

Bem que eu gostaria de discordar. O que realmente precisamos no momento é (a) gastos maiores e uma balança comercial mais equilibrada nos países caracterizados como exportadores, em especial na China, mas também na Alemanha, e (b) algum incentivo considerável ao investimento, como a tecnologia de energia limpa. Na ausência disso, é difícil enxergar como poderemos produzir uma recuperação durável.
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kbssaum



IA desde: 3 Fev 2009
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Celso Ming - Vespas sem Ferrão Enviada: Qui Fev 25, 2010 11:01 am

Entre as mais polêmicas novidades apresentadas pelos top-economistas do Fundo Monetário Internacional (FMI) está a proposta de que os bancos centrais dos países de alta renda operem sua política monetária (política de juros) de modo a controlar a inflação não mais a 2% ao ano, como é agora, mas com meta declarada de 4%.

Nunca na história monetária recente do planeta Terra os juros estiveram tão baixos por período tão prolongado. Nos Estados Unidos, por exemplo, estão entre zero e 0,25% ao ano desde dezembro de 2008 e tão cedo não sairão daí.

Juros baixos são fartura de dinheiro. Os bancos centrais dos países centrais tiveram de inundar os mercados com recursos para compensar o estrago na economia causado pelo estancamento do crédito e a retração dos negócios.

Dinheiro demais tende a puxar os preços das matérias-primas (commodities), provocar inflação e assoprar bolhas, antes que a economia esteja em condições de se recuperar.

A partir do momento em que a inflação voltasse a se mostrar, os bancos centrais teriam de puxar pelos juros, ou seja, teriam de retirar recursos da economia. No entanto, essa operação, conhecida como estratégia de saída, corre o risco de matar a recuperação da economia, num ambiente de forte desemprego e de consumidor atolado em dívidas.

A ideia proposta por Olivier Blanchard (economista-chefe do FMI), Giovanni Dell’Ariccia (consultor do Departamento de Pesquisa do FMI) e Paolo Mauro (chefe de divisão do Departamento de Assuntos Fiscais do FMI) é a de que os bancos centrais dobrem a meta de inflação e deixem que os preços subam mais do que habitualmente para que os juros básicos possam permanecer à altura do tapete por mais tempo e, dessa forma, não matar no ovo a recuperação econômica.

A proposta feita por quem foi feita já é, por si só, uma demonstração de que as autoridades monetárias estão se sentindo como vespas sem ferrão diante da iminência de ataque ao ninho. Mas a aceitação dessa proposta pode provocar desarranjos ainda maiores à economia global.

A partir do momento em que os bancos centrais aceitassem uma inflação mais alta, enormes panelas de pressão seriam destampadas. Ontem, em depoimento no Congresso americano, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Ben Bernanke, advertiu que, a partir do momento em que os bancos centrais passassem a trabalhar com uma inflação de 4%, o risco imediato seria o de que a inflação saltasse para 5%, 6% ou 7%.

Os agentes econômicos tentariam se defender de uma alta ainda mais acentuada de preços e seria inevitável uma esticada nas cotações das commodities e dos serviços. Mais à frente, os bancos centrais teriam ainda mais dificuldades para controlar a inflação.

Agora, imaginem o que poderia acontecer com os títulos de dívida. Só o Tesouro dos Estados Unidos tem hoje cerca de US$ 7,2 trilhões em títulos públicos em poder do mercado, rendendo juros de 3% ou 4% ao ano. A certeza de que a inflação saltaria para 4% indicaria que o retorno dessas aplicações seria negativo.

E a simples mudança de metas, como definição de política, poderia provocar uma rejeição desses títulos, num momento em que todos os grandes países do mundo estão fortemente endividados.
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Liam



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Enviada: Qui Fev 25, 2010 11:17 am

Record US Debt Vs. Keynesianism: A Bloomberg Presentation

http://www.zerohedge.com/article/record-us-debt-vs-keynesianism-bloomberg-presentation




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A hipótese voa, o fato caminha; às vezes, a asa tem má direção; o pé pisa sempre em terra firme; mas o vôo pode ser retificado, enquanto o passo nunca poderá voar.
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kbssaum



IA desde: 3 Fev 2009
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Diretor do FMI propõe criação de moeda para substituir dólar Enviada: Sex Fev 26, 2010 2:10 pm

O diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, propôs nesta sexta-feira que a entidade crie linhas de troca de divisas similares às do Federal Reserve (FED, banco central americano) e inclusive uma moeda própria que poderia um dia substituir o dólar como divisa de reserva.

O chefe do organismo apresentou essas ideias como uma forma de "reforçar o papel do Fundo como guarda da estabilidade do sistema" econômico, o que requer "um esclarecimento e atualização de nossa missão", segundo disse.

Strauss-Kahn colocou sua visão de futuro para o FMI em discurso na Conferência Anual de Bretton Woods, batizada com o nome da pequena localidade americana onde foi fundado esse organismo em 1944.
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